Resenha: Livros As Crônicas do Mundo Emerso

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Olá gente, como estão? Vim hoje trazer para vocês a resenha dessa trilogia fantasiosa: As Crônicas do Mundo Emerso, se vocês ainda não acompanham a gente pelo Instagram, nos seguiam lá e olhem tudo que falei sobre os livros. 




O Mundo Emerso está prestes a ser conquistado. Um após outro, todos os reinos estão sendo devastados pelo Tirado e seu exército de monstros. Apenas uma jovem parece ter o poder de mudar esse destino tão ameaçador: Nihal, a garota da Terra do Vento. 

Dessa vez, a trama concentra-se no jovem mago e conselheiro, cuja missão no Mundo Submerso pode definir os rumos da defesa das Terras Livres do Mundo Emerso contra o Tirano. Senar parte sozinho e desacreditado em busca de quem possa orientá-lo ou ajudá-lo a chegar neste Mundo dado como perdido. De volta à Terra do Mar, sua terra natal, o mago encontra companhia e guia em um grupo de piratas. 



O terceiro e último volume da série Crônicas do mundo emerso, o Tirano está a um passo da conquista final. Um misterioso talismã é a única saída para evitar a derrocada das Terras Livres. Para utilizá-lo, Nihal e Senar precisam encontrar as oito pedras que compõem o objeto. Juntas, elas concentram energia suficiente para combater a maldade do Tirano. Mas será que os jovens conseguirão encontrá-las a tempo? 


Os livros acompanham a Nihal, uma garota que sonha em se tornar cavaleiro de dragão e Senar um mago que almeja um lugar no Conselho dos magos. Ambos se tornam grandes amigos quando Nihal vai treinar magia com sua tia, Soana. Até que a cidade natal de Nihal é destruída pelo exército do tirano e a nossa aventura começa.

Na verdade não sei por onde começar, acompanhar essa jornada foi como ouvir uma história sendo contada de perto por alguém que você conhece. A forma como, mesmo em um mundo fictício, tudo é tão real, te faz ter um misto de emoções entre satisfação e chateação. Mas que ao final de tudo, deixa perguntas bem grandes: "Porque quem você luta? Existe o bem ou mal? Quem decide o que é certo e o que é errado?".
Essa são perguntas que cabem ao leitor responder.

Personagens:

Estou acostumada com livros de fantasia e ficção onde temos uma quantidade relativamente grande de personagens, onde todos são abordados e tem seu destaque. Nesses livros, no entanto, a autora italiana não esconde de quem é o foco: Nihal. Essa é a história dela e como ela se encontra.
Vou dizer que no começo foi difícil, Nihal é uma garota mimada e egocêntrica que age sem pensar, no entanto, com o passar dos livros, vemos a mulher que ela vai se tornando e as escolhas que ela começa a tomar são mais pensadas no bem maior do que apenas nela.
Temos Senar também. O mago rouba a atenção quando aparece, o segundo livro sendo meu favorito graças às aventuras dele e a forma como ele se mostrava sempre justo e mesmo assim ainda tendo muito o que aprender.
Outros personagens também roubam os holofotes tal como o mestre de Nihal, Ido. O dragão da garota, Oarf. O doce e amoroso Laio e a pirata Aires (mesmo que fosse gostar de saber mais dela). 

Mundo:

Com um mundo vasto como esse, é mais do que normal que nem todos os pontos sejam explorados ao decorrer do livro. Mas temos o bastante. A aventura de Senar no segundo livro e os lugares que ele passa é simplesmente mágico. Assim como a forma que nos é apresentado a academia e algumas das terras. No entanto, senti falta de uma mudança no ar de uma terra para a outra. No primeiro livro temos uma abertura, apresentando as ninfas da terra da água e sua rainha. Mas, é o máximo de diferença que uma terra da outra é explorada. Talvez fosse proposital, afinal a guerra atingiu tudo e as terras perderam sua essência.


Conclusão:

Os livros são uma boa aventura, as vezes algumas decisões pareciam repetidas e senti falta de sub plot menores mais fortes, mas o livro seguiu o ritmo dos personagens e do crescimento deles e de como eles poderiam acabar com a guerra. Houve uma certa perca do clímax no final do livro e gostaria que o Tirano houvesse marcado mais presença, mas no fim, não me arrependo de ter conhecido essa trilogia. Talvez se eu houvesse lido alguns anos atrás, eu teria me apaixonado perdidamente. Mas hoje, eu considero eles como uma aventura prazerosa. Que me largou com perguntas com significados maiores e mais humanos na cabeça e querendo mais de Nihal e Senar.


E vocês? Já leram esses livros? O que acharam?


Um comentário:

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