Nas Telonas: Sociedade Literária e a Torta de Casca de Batata

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Sinopse: Juliet Ashton (Lily James) é uma jovem escritora, com falta de inspiração, que logo após a Segunda Guerra Mundial recebe uma carta de um membro da misteriosa Sociedade Literária de Guernsey, uma organização formada durante o período de ocupação nazi. Curiosa, Juliet decide ir até às ilhas de Guernsey e encontra-se com os excêntricos membros da Sociedade Literária da Torta de Casca de Batata, entre os quais se encontra Dawsey (Michiel Huisman), o charmoso e intrigante agricultor que esteve na origem da carta. As suas confidências, a sua ligação à ilha e aos seus habitantes e a crescente afeição que nutre por Dawsey irão para sempre mudar o curso da vida de Juliet.

Olá, pessoal!
Hoje eu estou aqui para falar de um filme lindo original da Netflix: Sociedade Literária e a Torta de Casca de Batata. Esse filme apareceu na minha página principal como uma indicação e o título automaticamente me intrigou, então resolvi assistir.

Particularmente, gosto muito de livros, filmes e qualquer tipo de conteúdo, que aborde a Segunda Guerra Mundial, apesar de ser um assunto um tanto quanto pesado, acredito ser importante estar sempre em contato com as atrocidades humanas para que nunca mais possamos cometer os mesmos erros. O real conhecimento pode nos livrar de reprises.

O filme acompanha a personagem Juliet Ashton, uma escritora que acaba de lançar um livro de sucesso e que está sendo reconhecida por seu trabalho. Apesar de toda a fama e dinheiro que a personagem ganha, é possível perceber o quão frustrada ela está consigo mesma. A escritora que existe dentro dela ainda não ganhou sua voz e sua autonomia, presa em contratos e no mercado editorial.

Sua vida recebe o início de uma mudança quando recebe uma carta de um homem chamado Dawsey Adams, participante da Sociedade Literária, que escreve sobre um livro que pertencia a ela e que encontrou numa livraria de Guernsey durante e ocupação nazista. Eles se correspondem através de algumas cartas e de certa forma ela se sente compelida a ir até o seu vilarejo e se encontrar com os membros da sociedade para uma das reuniões.

Juntamente com o tema sobre a Segunda Guerra, esse filme possui uma ligação direta com a literatura e com a importância dela para a sobrevivência humana.
A sociedade literária que dá título ao filme se formou num átimo e numa mentira para fugir do controle dos alemães que estavam na ilha, o que começou como uma farsa foi o que os salvou durante o período da ocupação.

Os associados da sociedade contam a Juliet, ao longo do filme, a maneira como os alemães tiraram absolutamente tudo deles, inclusive a sua humanidade. A miséria humana é retratada de forma bem forte na trama. Os "comos" e "porquês" da amizade e da maneira que a literatura os uniu e os fortaleceu, como um grupo e como indivíduos, são lindamente retratados. A possível existência de algo bonito em meio a tanto sofrimento é um paradoxo que só a literatura possibilita.

Apesar de todos os pesares, esse filme possui uma leveza narrativa que é encantadora, a fotografia do filme é linda, repleta de paisagens bucólicas e montanhosas, e a trilha sonora se faz nas letras, nos livros e nos dizeres que encantam e emocionam qualquer leitor.

Recomendo a todos esse filme, tanto pra quem ama livros quanto para os que não amam. Vale a pena se deixar levar por essa história linda.

E uma dica final, para aqueles que amam os livros, descobri que ele se originou de um livro, o qual eu ainda não li, mas que com certeza vou ler em breve! Então vamos lá nos aventurar por mais uma leitura! Prometo trazer a resenha dele aqui no blog quando o encontrar.
Até o próximo post.

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